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ENCONTROS DO GRUPO DE LEITURA E DISCUSSÃO

PRÓXIMO ENCONTRO: 06 de outubro

Linha de pesquisa 3 - Sítios de memória e democracia.

Textos:

BRITO, Ana Paula, JULIÃO, Letícia. Museologia de memórias traumáticas: a experiência brasileira e as memórias da ditadura. Revista memória em rede. v. 15 n. 29 (2023): Memórias Adormecidas: Traumas, Silêncios e Apagamentos, disponível em: https://periodicos.ufpel.edu.br/index.php/Memoria/article/view/24880. 

HOFFMAN, Felipe Eleutério e FROTA, Maria Guiomar da Cunha. Museus e Memórias da Repressão e Resistência em Belo Horizonte: reflexões sobre o espaço construído na produção de lugares de memória. Revista MAST. Vol. 11 no 2 – 2018. Disponível em: https://sistema.funarte.gov.br/tainacan/periodicos/museus-e-memorias-darepressao-e-resistencia-em-belo-horizonte-reflexoes-sobre-o-espacoconstruido-na-producao-de-lugares-de-memoria/.

12 de maio: 
Elogio del olvido: Las paradojas de la memoria histórica

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No dia 12 de maio, o grupo de leitura e discussão tratou da obra Elogio del olvido: Las paradojas de la memoria histórica, de David Rieff. Foram lidos previamente e discutidos no encontro os seguintes capítulos: 1. Huellas en las arenas del tiempo y todo lo demás; 2 ¿Debemos deformar el pasado para poder conservarlo?; 3. ¿Para qué sirve realmente la memoria colectiva?.

- A apresentação da biografia de David Rieff foi desenvolvida por Virgínia Vecchioli, que também coordenou o encontro e os debates.

- Paula Janovitch ficou responsável pela relatoria que será disponibilizada posteriormente.

- Participaram do encontro: Giovane Jardim, Glória Kok, Paula Janovitch, Virgínia Vecchioli, Renan Beltrame e Maria Gabriela da Silva.

Nas palavras de Aurelio Major:

Nesta quente e polêmica obra, o intelectual heterodoxo David Rieff revisita a questão da memória histórica e apresenta um apelo comovente contra a nossa paixão pelo passado. Analisando vários dos conflitos mais marcantes da história recentes - o conflito na Irlanda do Norte, a Guerra Civil Espanhola, as guerras dos Bálcãs, o Holocausto e o 11 de setembro — conclui Rieff que a memória coletiva não é tanto um imperativo moral quanto uma opção. A memória histórica pode ser tóxica e, às vezes, a coisa certa a fazer é esquecer”.

(Tradução nossa)

14 de julho: 
Continuidade da discussão da obra Elogio del olvido

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No dia 14 de julho foi dado continuidade a leitura e discussão da obra Elogio del olvido, desta vez com ênfase nas seguintes questões: A vitória da memória sobre a história, perdão e esquecimento, a recordação das feridas e outros portos seguros, amor fati e contra a lembrança.

Com o propósito de divulgar a obra no Brasil, o grupo elaborará uma resenha a ser publicada posteriormente.

Estavam presentes: Ana Paula Brito, Giovane Jardim, Paula Janovitch, Virgínia Vecchioli, e Silvia Lima.

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