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REBRAPESC participa do EMUSE, promovido pelo IBRAM


A REBRAPESC esteve representada no I Encontro Nacional de Educação Museal (EMUSE), realizado na cidade de Cachoeira, Bahia, nos dias 6, 7 e 8 de julho de 2023. O encontro foi uma grande celebração pela retomada de muitos trabalhos interrompidos no âmbito do Ministério da Cultura, por meio do Instituto Brasileiro de Museus.


Na oportunidade foi lançado o resultado da Pesquisa Nacional de Práticas Educativas dos Museus Brasileiros (PEMBrasil), uma iniciativa do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) desenvolvida pelo Observatório da Economia Criativa da Bahia (OBEC), através da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e da Universidade Federal da Bahia (UFBA).


A REBRAPESC participou ativamente das discussões e grupos de trabalhos sobre os documentos do programa Pontos de Memória, articulado pelo IBRAM para reconhecer e valorizar os processos museais protagonizados e desenvolvidos por povos, comunidades, grupos e movimentos sociais, em seus diversos formatos e tipologias, sejam reconhecidos e valorizados como parte integrante e indispensável da memória social brasileira.

Os Sítios de Memória e Consciência podem se inscrever e pleitear sua certificação como Pontos de memória, para então concorrer a editais e outras atividades coletivas promovidas pelo IBRAM. Saiba mais como obter a certificação em: https://www.gov.br/pt-br/servicos/solicitar-certificacao-de-pontos-de-memoria


Tivemos a oportunidade de conversar com a Presidenta do IBRAM, Fernanda Castro, com a Coordenadora de Processos Museais do IBRAM, Mirela Araújo e, com o Assessor de Relações Institucionais do IBRAM, Michel Correia, sobre o trabalho dos Sítios de Memória e Consciência no Brasil.


No EMUSE, muitas atividades aconteceram simultaneamente, como o encontro das Redes de Educação Museal (REM´S), do Sistema Estadual de Museus da Bahia, mini-cursos, atividades culturais, entre outros. Foram dias intensos de trabalho na esperança freiriana de que o Brasil possa um dia dispor de políticas públicas de memória e cultura, como política de Estado, não de governos.


Avante na caminhada para que esse sonho um dia seja realidade. E ele depende continuamente de nós, sociedade civil organizada na articulação com o Poder Público, no sentido de compreender o direito à memória e a cultura como direito fundamental, protegido na nossa Constituição.


Fotos: Barbara Lima. Acervo IBRAM

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